segunda-feira, 14 de abril de 2014

Em forma de ópera rock "Jesus Cristo Superstar" conta a história da paixão de Cristo

Musical aborda a vida de Cristo com uma pegada totalmente rock



     Se você for assistir ao musical "Jesus Cristo Superstar" não vá esperando ver a velha história da paixão de Cristo ser contada, no novo musical dirigido por Jorge Takla, há toda uma pegada bem rock a começar pelos figurinos e como as canções são apresentadas. 

     A nova versão mantem as estruturas das canções originais, mas investe mais forte em guitarras, baixo e bateria, sobretudo no que se refere aos trechos com os personagens mais obscuros da trama. Todos os solos de sax da obra original, por exemplo, foram substituídos por guitarras.

      O musical dá um grande destaque para Judas, o famoso traidor de Cristo, que é interpretado pelo ator Alírio Neto que é um dos grandes destaques do musical pela sua bela voz e a potência que ela alcança. O ator apresenta um judas "metaleiro" com direito a cabelos compridos, usa peças de couro, maquiagem escura e coturno.


     Com Igor Rickli como o protagonista Jesus e Negra Li como Maria Madalena, a clássica peça aborda a última semana de vida de Jesus Cristo na Terra – da chegada a Jerusalém ao momento de sua crucificação. O direcionamento musical está mais pesado nesta nova adaptação do espetáculo da Broadway, baseado no clássico álbum homônimo de ópera-rock lançado em 1970, na Inglaterra, com letras de Tim Rice e música de Andrew Lloyd Webber.

  
    O musical é apresentado em forma de uma ópera-rock em que não há falas – toda a história é contada em música. A dramaturgia é toda feita em forma de música e dança.  Além de Judas ganham destaques também Negra Li, que faz uma Madalena doce e com números musicais mais harmônicos,  e Wellington Oliveira  que faz Herodes e tem um número que se destaca de todo o resto. Saem os figurinos meio punk e entram estampas de oncinha, meias 3/8 e cintas-ligas. 

O figurino da peça é caprichado e rico, fazendo um contraste claro entre a turma de Jesus - apóstolos andróginos de figurino a la Osklen -, a igreja convencional e os corruptos soldados romanos. A direção é de Jorge Takla com direção musical de Vânia Pajares. Outro acerto é o tempo do musical que não passa das duas horas com intervalo de 15 minutos. 



Em “Jesus Cristo Superstar” o fim é aquele que todo mundo conhece também, mas não deixa de ser chocante ver Jesus sendo surrado, empurrado, derrubado, crucificado. Ah, claro – e traído. A gente já ouviu a história um milhão de vezes e anda com uma cruz pendurada no pescoço, mas não significa que está acostumado, ou mesmo preparado, para ver a cena em terceira dimensão. É uma cena realmente emocionante.


Serviço:
"Jesus Cristo Supersta"
Data: 14 de março a 8 de junho
Local: Teatro do Complexo Ohtake Cultural (Rua Dos Coropés, 88 - Pinheiros - SP)
Horários: quintas e sextas, às 21h; sábados, às 17h e 21h; domingos, às 18h
Ingressos: Entre R$ 50 e R$ 230











Com uma bela história "Rio 2' aborda o desmatamento da Amazônia

Sequência da animação do Brasileiro Carlos Saldanha se sai ainda melhor que o primeiro e conquista plateias pelo mundo todo



      Uma grande festa em pleno réveillon em Copacabana é assim que começa a sequência de "Rio", nova animação do Brasileiro Carlos Saldanha. O filme é leve colorido, trás uma boa história e ainda conta com uma trilha sonora arrasadora.

      Em "Rio 2" as araras Blu e Jade agora vivem com seus três filhotes Bia, Tiago e Carla no jardim da casa dos humanos Linda e Tulio. Em sua primeira metade, as araras azuis vivem ao ar livre e são famosas por serem consideradas as últimas da espécie. Tudo muda quando os protetores, Linda e Tulio, avistam em uma missão na Amazônia, outra arara azul.



       Decidida a descobrir se existem mais de sua espécie, Jade obriga Blu a viajar com ela para a Amazônia, levando com eles os três filhotes e deixando o Rio de Janeiro. Na expedição vão também as aves já conhecidas Nico e Pedro, dupla carioca apresentada no primeiro filme.

      Levando o filme para a floresta Amazônica, o diretor Carlos Saldanha amplia suas possibilidades de enredo e estética visual. Além de focar num tema que sempre é bom levantar, o desmatamento da floresta amazônica.


      O filme tem várias cenas ótimas e muito engraçadas e também faz diversas referências à cultura pop, como a ótima recriação de “I Will Survive”, as citações a “Cats” e Flashdance e a seleção de talentos em plena selva, que reserva pérolas como as tartarugas capoeiristas, o bicho preguiça e a orquestra de mosquitos.

       Vale ressaltar que o time de vilões do filme está muito engraçado. A sapinha Gabi é um achado, pelo tom trágico associado a ela, e o tamanduá Carlitos deixa o gostinho de quero mais. O filme chama atenção pela qualidade de  criação dos novos personagens.


     Outro fato que vale ser ressaltado na animação é a trilha sonora. O diretor foge do samba e apresenta sons mais voltado para a cultura do norte do país, além  de contar com referências ao boi garantido e caprichoso  na hora da partida de futebol) 

     Com um roteiro recheado de momentos engraçados e emocionantes, "Rio 2"consegue ser ainda melhor que o filme original, cativando o espectador desde o início. O filme tem um ritmo muito divertido, com referências pop bastante interessantes e é definitivamente uma escolha divertida para toda a família.



Confira o trailer do filme:



sábado, 1 de março de 2014

"12 anos de Escravidão" choca, emociona e é o favorito ao Oscar de 2014

Filme que já ganhou importantes prêmios pelo mundo aborda a escravidão, um assunto pouco mostrado nos cinemas




 "12 Anos de Escravidão" vem sendo apontado como favorito ao Oscar, desde que foi apresentado no Festival de Toronto, em setembro do ano passado. Foram vários troféus adquiridos em premiações nos Estados Unidos e muita badalação em torno do filme. 


 O segredo do sucesso do filme está no assunto raras vezes abordado no cinema. Inspirada na trajetória real de Solomon Northup, extraída do livro escrito por ele e publicado em 1853, a história enfoca o período em que esse negro nascido livre virou escravo. 


O filme se passa em 1841, Solomon (papel de Chiwetel Ejiofor) tinha uma vida tranquila com a mulher e um casal de filhos em Nova York. Violinista, foi seduzido por dois empresários a fazer apresentações em Washington. Tudo ia bem até ele acordar preso e, em seguida, ser levado para o racista sul dos Estados Unidos. Vendido como escravo, Solomon foi tratado como mercadoria, mudou de donos e virou objeto de humilhação do irascível Edwin Epps (Michael Fassbender, ponto alto do elenco).

 Esse tipo asqueroso, mesmo sob o freio da mulher, mantinha relações sexuais com uma escrava (a forte candidata a coadjuvante Lupita Nyong’o). Brad Pitt, um dos produtores da fita, faz uma pequena participação no filme. O ponto fraco do filme é a passagem do tempo no longa, pouco se sentem os doze anos em que Solomon ficou longe da família, e o reencontro deles parece emocionalmente forçado. 




Ao ver "12 anos de escravidão", saímos com o pensamento de como o homem pode ser tão cruel e terrível com outro ser humano. Em busca do poder ou de desejos pessoais os "senhores das terras" comercializava, usava, humilha e maltratava outros seres humanos, que na cabeça deles, eram inferiores devido a cor. 

Assistir a esse filme não é apenas ver, com os próprios olhos, mas também sentir na pele todo o sofrimento que os escravos de todas as partes do mundo sofreram. A reação das pessoas na sala de cinema foram as mais diversas possíveis, algumas choravam outras fechavam os olhos na hora das chibatadas, outras se sentiam envergonhadas de verem cenas tão cruéis. 

O filme trás a tona toda uma discussão sobre o preconceito e a discriminação racial. "12 anos de escravidão" deveria ser um filme obrigatório para todo mundo assistir, principalmente para aquelas pessoas que, por incrível que pareça, ainda hoje pensam como os antigos "senhores das terrras".


Confira o trailer do filme:





terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Último adeus! Fotógrafa registra cães em estado terminal

Fotógrafa cria série com cães em estado terminal se despedindo da família

     Quem tem um cãozinho em casa sabe como é difícil se despedir do bichinho quando a sua hora chega. Eles se tornam parte da família. Se os anos de convivência são sempre fantásticos, a hora da despedida é desoladora.

    Pensando nessa temática, a fotógrafa especializada no registro de animais de estimação, Sara Beth, fez uma série com um tema tão emocionante quanto doloroso: a despedida dos animais de estimação. Ela registrou, em fotos comoventes, a relação de cães em fase terminal junto com suas famílias. 

       A série ganhou o nome de Joy Sessions. Segundo a fotógrafa: “Para muitas pessoas, seus animais de estimação significam o mundo, então eu quero criar uma oportunidade de captar o que os faz tão especiais, principalmente em momentos tão difíceis. Essas sessões de fotos foram criadas para pessoas que realmente querem celebrar a felicidade e alegria que os cães trouxeram para suas vidas.”

Poucos dias depois das fotos, os animais faleceram. Confira essa emocionante série:















terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Ninfomaníaca choca, causa polêmica e emociona ao mesmo tempo

Novo filme do polêmico diretor Las Von Trier mostra a difícil vida de uma mulher que é viciada em sexo




"Eu sou o pior ser humano do mundo", essa é a primeira frase que a personagem principal de "Ninfomaníaca" dispara logo nas primeiras cenas do longa. Joe é a personagem principal do filme, ela é encontrada desmaiada e toda machucada por um pescador, que a leva pra casa é será testemunha de sua, segundo ela, terrível história de vida.

Para entender melhor o filme e toda a polêmica que ele carrega é necessário entender também o grande marketing que está por trás dele. Obra é claro que vem do próprio diretor que já tem um histórico de filmes pra lá de polêmicos em seu currículo. 


Ninfomaníaca tem num total cinco horas de duração, só que como ninguém aguentaria assistir um filme tão longo assim o diretor resolveu dividi-lo em duas partes, a primeira estreou agora e a segunda só em março. Assim quem quiser acompanhar como será o desfecho da história de Joe tem que esperar até março.


Ao longo do filme Joe começa a contar para o senhor que lhe deu abrigo, toda a história de sua vida, desde a infância, passando pela adolescência até a fase adulta. Só que essa primeira parte fica mais nas duas primeiras fases.

Nos primeiros minutos de conversa, vemos o que aqueles dois estranhos têm em comum: o ato de pescar. Um metaforicamente e o outro, literalmente. O primeiro capítulo mostra como Joe desenvolve sua ninfomania até o ponto de caçar homens para transar. O filme mostra desde a garotinha que brincava de sapinho para testar a energia cinética no chão do banheiro de casa, até a sua fase mais jovem onde agora disputa com outro sapinho,no caso sua amiga,  para quem é capaz de transar com mais homens num banheiro de um trem, visando um saco de chocolates como prêmio. 

Joe em sua fase adolescente

A partir daí, ela vai desenvolvendo a arte de transar com variados tipos de homem. Se ela recebesse dinheiro por cada transa, ela seria chamada de prostituta. Coisa que não é. Aliás, Joe é bem diferente. Joe é uma mulher que aprendeu a fazer sexo (repita aí umas 20 vezes o “fazer”) e numa falta de reconhecimento de si própria, gosta disso. No auge do filme, ela transa com 8 caras na mesma noite em seu apartemnto e não recebe nada por isso. Aliás, o que ela recebe, além de orgasmos, são mimos dos homens mais “VIPs” (digamos assim), que lhe enchem de presentes.


No elenco do filme temos nomes conhecidos como Charlotte, Shia e Stellan  e estão bem em seus papéis. Mas o destaque quase todo vai para a novata Stacy Martin, que interpreta Joe quando jovem/mulher. Stacy começou sua carreira cinematográfica neste ano. A outra parte do destaque fica para a veterana Uma Thurman.

Uma Thurmam brilha em cena
A atriz fica em cena alguns minutos, no máximo 20, mas, já é o bastante para abrilhantar ainda mais o longa, tendo um capítulo da história de Joe totalmente dedicado para ela, o terceiro, Sra H. Sra H é uma mulher que possui três filhos e é deixada pelo marido, que a troca por Joe. Só que o problema é que Joe não está apaixonada pelo Sr H. 

Ela apenas o tem como parceiro de sexo. Não rola amor e nem paixão entre estes dois. Mas a Sra H acha que rola e faz um escândalo grosseiro e inovador na casa de Joe na frente de suas três crianças. Ela é tão incrível que uma das melhores falas do longa é de sua personagem (“Crianças, venham conhecer a cama de prostituição”).



É bom deixar bem claro que Ninfomaníaca não é nenhum filme porno, ou só de pura sacanagem é importante lembrar que por trás de todo esse sexo existe uma pessoa que sofre por todos os seus atos de busca por sexo. 

Outra coisa a ser notada é que não sei qual a magia ou o feitiço utilizados por Lars, mas o filme passa tão rápido, que quando sobe as letrinhas, você se pergunta: “Ué, acabou?”. Por mim, ficaria na poltrona sentado por mais 3 horas tranquilamente. Usando o ditado popular, Ninfomaníaca – Volume I foi apenas tiro e bomba. Porque, ao que parece, no segundo volume vem a porrada e o bicho vai pegar.

Quem puder assista!




Veja aqui o trailer do filme:



segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Confira os vencedores do Globo de Ouro 2014

Filme "Trapaça" se destaca no Globo de Ouro e leva prêmio de melhor filme e melhor atriz


    O Globo de Ouro, prêmio anual da Hollywood Foreign Press Association (HFPA) para os melhores da televisão e do cinema, foi realizado neste domingo (12) em Los Angeles, na Califórnia. Tina Fey e Amy Poehler foram as apresentadoras.

     Com três prêmios --melhor filme de comédia ou musical, melhor atriz (Amy Adams) e melhor atriz coadjuvante (Jennifer Lawrence), "Trapaça" foi o destaque cinematográfico do Globo de Ouro 2014, em uma edição marcada por prêmios "espalhados" entre diversos concorrentes. O filme também concorria, mas não levou, nas categorias de direção (David O. Russel), roteiro (David O. Russel), ator de comédia ou musical (Christian Bale) e ator coadjuvante (Bradley Cooper).



     Os demais prêmios foram divididos entre os outros concorrentes, com o de melhor filme de drama para "12 Anos de Escravidão". Antes considerado favorito, o longa de Steve McQueen levou apenas um troféu, o principal da noite, e segue como um dos grandes nomes para levar a estatueta de melhor filme no Oscar.

     "Gravidade", que também era forte candidato, inclusive ao prêmio de melhor atriz para Sandra Bullock, teve apenas um prêmio para o diretor Alfonso. Leonardo DiCaprio, em sua décima indicação e segundo prêmio, venceu como melhor ator de comédia ou musical por "O Lobo de Wall Street" e fez piada por ter sido indicado como "comediante". Esta foi a única estatueta do filme de Martin Scorsese.



     Já entre os atores de filmes dramáticos, o premiado foi Matthew McConaughey, por "Dallas Buyers Club", que também teve Jared Leto premiado como ator coadjuvante. Esta foi a primeira indicação dos dois atores, que interpretam, respectivamente, um cafetão que começa a ajudar aidéticos a conseguirem medicação depois de também ser diagnosticado com Aids e um transexual.

     Cate Blanchett, principal atrativo de "Blue Jasmine", de Woody Allen, também foi responsável por "roubar" o prêmio de atriz dramática, que muitos já consideravam de Sandra Bullock. Blanchett interpreta a personagem título de "Blue Jasmine", uma ricaça falida e surtada que vai morar com a irmã depois que seu marido é preso por fraude.







Veja os vencedores do Globo de Ouro 2014:


CINEMA


Melhor filme de drama

"12 Anos de Escravidão"


Melhor filme de comédia/musical

"Trapaça"


Melhor direção

Alfonso Cuarón, por "Gravidade"


Melhor roteiro

Spike Jonze, por "Ela"


Melhor atriz de drama

Cate Blanchett, por "Blue Jasmine"


Melhor atriz de comédia/musical

Amy Adams, por "Trapaça"


Melhor ator de drama

Matthew McConaughey, por "Dallas Buyers Club"


Melhor ator de comédia/musical

Leonardo DiCaprio, por "O Lobo de Wall Street""


Melhor atriz coadjuvante

Jennifer Lawrence, por "Trapaça"


Melhor ator coadjuvante

Jared Leto, por "Dallas Buyers Club"


Melhor animação

"Frozen - Uma Aventura Congelante"


Melhor filme estrangeiro

"A Grande Beleza" (Itália)


Melhor trilha sonora

"Até o Fim"


Melhor canção original

"Ordinary Love", de U2 ("Mandela")

domingo, 5 de janeiro de 2014

"Frozen" canta e encanta com uma bela história de amor e amizade

Nova animação da Disney bate record já nas suas primeiras semanas de exibição



       Inspirado no conto “A Rainha da Neve” de Hans Christian Andersen de 1845 e ambientado na Noruega, "Fronzen"conta a história  da destemida e otimista Anna que se junta ao rude homem das montanhas Kristoff, sua leal rena Sven e um engraçado boneco de neve chamado Olaf em uma corrida para encontrar Elsa, a irmã de Anna, cujos poderes congelantes prenderam o reino de Arendelle em um inverno eterno em uma jornada épica com criaturas místicas e contra os elementos da natureza em uma corrida para salvar o reino.

O filme começa com as princesas ainda pequenas brincando na neve. Elsa era especial pois tinha o poder de manipular o frio e o gelo e numas dessas brincadeiras acabaou machucando sua irmã Anna. Os pais das princesas conseguiram salvar a mais nova ao levá-la para ser tratada por um curandeiro, temendo que os poderes de Elsa machucassem mais alguém, seus pais insistiram para que ela mantivesse em segredo para sempre. Daí em diante as duas irmãs passaram a não se ver mais, uma isolada da outra, por muitos anos, até a mais velha ter idade para se tornar rainha.



       Chegado o dia de Anna assumir o posto de rainha, ela perde o controle de seus poderes e sentencia o reino a viver no inverno mais gelado já visto. O acidente motiva a rainha a abandonar o reino e viver isoladamente em uma montanha dentro de um castelo de gelo. Não aceitando a perda a irmã, a irmã mais nova, Anna, embarca numa jornada para trazê-la de volta.

          Na jornada para encontrar a irmã ela vai contar com a ajuda do camponês Kristoff e do boneco de neve Olaf, esse é o núcleo divertido do filme, eles dão  o tom de comédia na animação que mais parece um musical de tantas músicas contadas ao longo da trama, porem todas muito boas e incrivelmente emocionantes.


           Com uma fotografia muito bem elaborada, a experiência 3D é quase perfeita em meio a tanta neve e gelo. A liberdade criativa da animação digital possibilita cenas de total imersão do espectador no filme, cujas paisagens ostentam um visual deslumbrante. Durante todo o filme o 3D é bem executado e bem explorando, colaborando para o envolvimento emocional do filme.

          "Frozen" passa a mensagem sobre aceitação e sobre o que fazer com suas próprias capacidades. Elsa, com seu poder descontrolado, precisa aprender a controlá-lo e saber onde usá-lo para o bem. Enquanto Anna não desiste da irmã e luta pelo seu resgate. Em meio ao drama, o roteiro deixa espaço para a parte da comédia, com o adorável boneco de neve Olaf, muito bem dublado por Fábio Porchat, e por um homem rude que vive nas montanhas chamado Kristoff e sua rena Sven.

Conheça agora os personagens do filme:









Veja agora o trailer do filme: