sábado, 31 de maio de 2014

Novo Godzilla volta as origens e mostra o monstro mais famoso do mundo como herói

Com uma trama envolvente filme prende o telespectador do inicio ao fim do filme



       O novo "Godzilla" vem cheio de mistérios e muita ação, o filme do monstro mais famoso do mundo resgata suas origens japonesas e apela para os efeitos especias o que o deixa ainda mais repaginado. A história começa numa usina nuclear japonesa onde o engenheiro norte-americano Joe Brody (Bryan Cranston) e sua esposa Sandra (Juliette Binoche) trabalham. 

       Um grave acidente ocorre e dedica-se a elucidar a causa da catástrofe, que acredita não ter sido motivada por um terremoto. O filme dá um salto temporal e chega aos dias atuais. Brody, ainda obcecado em provar sua tese, se junta ao filho Ford (Aaron Taylor-Johnson) e ao cientista Ichiro Serizawa (Ken Watanabe) na missão.


      Diferente do filme de 1998  o novo "Godzilla"não é um monstro que apenas destrói tudo por onde passa, mas sim um ser forte e que tem em sua natureza o desejo de ser o rei dos monstros, por isso depois de anos desaparecido ressurge na frente de todos para enfrentar os M.U.T.O, criaturas gigantescas que decidem tomar a Terra como seu habitat.

As cenas de ação do filme são muito boas e mostram os monstros duelando entre si, é claro que a torcida fica para Godzilla que tem a difícil missão de derrotar os outros monstros e impedir que eles destruam a Terra. A grande sacada do diretor e não mostrar Godzilla logo de cara, ele é cercado de mistérios e quando aparece é sempre mostrado somente por partes do corpo do bicho, ele só aparace completamente já quase no final do filme.

 

O elenco é talentoso mas pouco aproveitado, a química entre o casal protagonista não agrada, soa falsa, e os melhores personagens acabam morrendo no inicio do filme. As melhores cenas do filme são os confrontos entres os monstros, mas perde a qualidade pois acontecem a noite e não de dia, fato que seria melhor para a visualização das cenas.

Os pontos positivos do filme são os ótimos efeitos especiais e a boa trilha sonora que é arrasadora como pede o filme. de resto Godzilla não é um filme ruim, mas pode se dizer que é um dos melhores já feito sobre um dos monstros mais famosos de todo o mundo.



quarta-feira, 23 de abril de 2014

Divulgado novo trailer "X-MEN: DIAS DE UM FUTURO ESQUECIDO'

Novo trailer do filme que estréia em maio é ainda mais empolgante que os outros


     Foi divulgado o mais novo trailer de "X-Men: dias de um futuro esquecido". O trailer é recheado de cenas de ação e promete causar muita expectativa nos fãs do filme. No  novo filme,  no futuro, os mutantes são caçados impiedosamente pelos Sentinelas, gigantescos robôs criados por Bolívar Trask. Os poucos sobreviventes precisam viver escondidos, caso contrário serão também mortos. 

     Entre eles estão o professor Charles Xavier, Magneto, Tempestade, Kitty Pryde  e Wolverine, que buscam um meio de evitar que os mutantes sejam aniquilados. O meio encontrado é enviar a consciência de Wolverine em uma viagem no tempo, rumo aos anos 1970.  Lá ela ocupa o corpo do Wolverine da época, que procura os ainda jovens Xavier e Magneto para que, juntos, impeçam que este futuro trágico para os mutantes se torne realidade.

O trailer é um dos melhores já feitos para filmes de ação e com certeza dá ainda mais vontade de ver o filme, que promete ser um dos melhores do ano de 2014, agora é só esperar até o dia 22 de maio dia de estreia do filme aqui no Brasil.

Confira o 3º trailer do filme:

"Capitão América 2 - O Soldado Invernal" supera as expectativas é já pode ser considerado um dos melhores filmes da Marvel

O novo filme do herói Americano conta com muito mais ação, cenas de lutas, perseguições, tiroteios e explosões de tirar  o fôlego 




     "Capitão América 2 - O Soldado Invernal" reúne todos os elementos de um bom filme de ação, cenas de cenas de lutas, perseguições, tiroteios e explosões, mas quase sempre investindo no realismo e no combate corpo a corpo. Por isso o filme já está sendo considerado por muitos fãs o melhor filme da Marvel apresentado até agora, e isso não é um exagero o filme é mesmo muito bom.

      No filme, depois de uma missão nebulosa, o Capitão América ( Chris Evans) e a Viúva Negra (Scarlett Johansson) deparam-se com uma realidade inesperada dentro da organização em que trabalham, além de uma nova ameaça mascarada, o ciborgue Soldado Invernal. Assim, partem ao lado de um novo aliado, o Falcão, para impedir uma potencial catástrofe.



   O filme é bom porque exite ação do começo ao fim, as lutas apresentadas não soam falsas e na sua maioria não tem a ajuda de efeitos especiais como em muitos filmes de ação apresentados hoje me dia em que a computação gráfica domina toda a cena.

    Um dos poucos problemas do longa está no 3D, que mais uma vez é desnecessário. Não há nada no filme que exija as três dimensões, isso mais uma vez é culpa da distribuidora que quer faturar mais com os ingressos 3D que são muito mais caros.



    O destaque do filme vão para os personagens, que são vários, mas mesmo sendo muitos não comprometem a trama, ao contrário deixam ainda mais interessante. O grande vilão do filme também merece destaque, os diretores deixam um ar de mistério sobre a identidade do vilão a´te quase a metade do filme.

      Mas quem rouba a cena mesmo é a linda a Viúva Negra (Scarlett Johansson), com cenas de lutas fantásticas a heroína ganha mais destaque nesse segundo filme, e por vir a, em breve, ganhar um filme só dela. Sua personagem criou um jogo de bate bola redondo com o Capitão America, formando uma dupla perfeita.



"Capitão América 2 - O Soldado Invernal" é um otimo filme onde há ação do começo ao fim, os personagens não se perdem durante a trama que por sinal é muito bem desenvolvida, fato que faz com que suas duas horas e oito minutos de duração passarem voando...

Quem puder veja, é um filmaço, há e fique até o final dos créditos, tem cenas surpresas.

Confira o trailer do filme:




segunda-feira, 14 de abril de 2014

Em forma de ópera rock "Jesus Cristo Superstar" conta a história da paixão de Cristo

Musical aborda a vida de Cristo com uma pegada totalmente rock



     Se você for assistir ao musical "Jesus Cristo Superstar" não vá esperando ver a velha história da paixão de Cristo ser contada, no novo musical dirigido por Jorge Takla, há toda uma pegada bem rock a começar pelos figurinos e como as canções são apresentadas. 

     A nova versão mantem as estruturas das canções originais, mas investe mais forte em guitarras, baixo e bateria, sobretudo no que se refere aos trechos com os personagens mais obscuros da trama. Todos os solos de sax da obra original, por exemplo, foram substituídos por guitarras.

      O musical dá um grande destaque para Judas, o famoso traidor de Cristo, que é interpretado pelo ator Alírio Neto que é um dos grandes destaques do musical pela sua bela voz e a potência que ela alcança. O ator apresenta um judas "metaleiro" com direito a cabelos compridos, usa peças de couro, maquiagem escura e coturno.


     Com Igor Rickli como o protagonista Jesus e Negra Li como Maria Madalena, a clássica peça aborda a última semana de vida de Jesus Cristo na Terra – da chegada a Jerusalém ao momento de sua crucificação. O direcionamento musical está mais pesado nesta nova adaptação do espetáculo da Broadway, baseado no clássico álbum homônimo de ópera-rock lançado em 1970, na Inglaterra, com letras de Tim Rice e música de Andrew Lloyd Webber.

  
    O musical é apresentado em forma de uma ópera-rock em que não há falas – toda a história é contada em música. A dramaturgia é toda feita em forma de música e dança.  Além de Judas ganham destaques também Negra Li, que faz uma Madalena doce e com números musicais mais harmônicos,  e Wellington Oliveira  que faz Herodes e tem um número que se destaca de todo o resto. Saem os figurinos meio punk e entram estampas de oncinha, meias 3/8 e cintas-ligas. 

O figurino da peça é caprichado e rico, fazendo um contraste claro entre a turma de Jesus - apóstolos andróginos de figurino a la Osklen -, a igreja convencional e os corruptos soldados romanos. A direção é de Jorge Takla com direção musical de Vânia Pajares. Outro acerto é o tempo do musical que não passa das duas horas com intervalo de 15 minutos. 



Em “Jesus Cristo Superstar” o fim é aquele que todo mundo conhece também, mas não deixa de ser chocante ver Jesus sendo surrado, empurrado, derrubado, crucificado. Ah, claro – e traído. A gente já ouviu a história um milhão de vezes e anda com uma cruz pendurada no pescoço, mas não significa que está acostumado, ou mesmo preparado, para ver a cena em terceira dimensão. É uma cena realmente emocionante.


Serviço:
"Jesus Cristo Supersta"
Data: 14 de março a 8 de junho
Local: Teatro do Complexo Ohtake Cultural (Rua Dos Coropés, 88 - Pinheiros - SP)
Horários: quintas e sextas, às 21h; sábados, às 17h e 21h; domingos, às 18h
Ingressos: Entre R$ 50 e R$ 230











Com uma bela história "Rio 2' aborda o desmatamento da Amazônia

Sequência da animação do Brasileiro Carlos Saldanha se sai ainda melhor que o primeiro e conquista plateias pelo mundo todo



      Uma grande festa em pleno réveillon em Copacabana é assim que começa a sequência de "Rio", nova animação do Brasileiro Carlos Saldanha. O filme é leve colorido, trás uma boa história e ainda conta com uma trilha sonora arrasadora.

      Em "Rio 2" as araras Blu e Jade agora vivem com seus três filhotes Bia, Tiago e Carla no jardim da casa dos humanos Linda e Tulio. Em sua primeira metade, as araras azuis vivem ao ar livre e são famosas por serem consideradas as últimas da espécie. Tudo muda quando os protetores, Linda e Tulio, avistam em uma missão na Amazônia, outra arara azul.



       Decidida a descobrir se existem mais de sua espécie, Jade obriga Blu a viajar com ela para a Amazônia, levando com eles os três filhotes e deixando o Rio de Janeiro. Na expedição vão também as aves já conhecidas Nico e Pedro, dupla carioca apresentada no primeiro filme.

      Levando o filme para a floresta Amazônica, o diretor Carlos Saldanha amplia suas possibilidades de enredo e estética visual. Além de focar num tema que sempre é bom levantar, o desmatamento da floresta amazônica.


      O filme tem várias cenas ótimas e muito engraçadas e também faz diversas referências à cultura pop, como a ótima recriação de “I Will Survive”, as citações a “Cats” e Flashdance e a seleção de talentos em plena selva, que reserva pérolas como as tartarugas capoeiristas, o bicho preguiça e a orquestra de mosquitos.

       Vale ressaltar que o time de vilões do filme está muito engraçado. A sapinha Gabi é um achado, pelo tom trágico associado a ela, e o tamanduá Carlitos deixa o gostinho de quero mais. O filme chama atenção pela qualidade de  criação dos novos personagens.


     Outro fato que vale ser ressaltado na animação é a trilha sonora. O diretor foge do samba e apresenta sons mais voltado para a cultura do norte do país, além  de contar com referências ao boi garantido e caprichoso  na hora da partida de futebol) 

     Com um roteiro recheado de momentos engraçados e emocionantes, "Rio 2"consegue ser ainda melhor que o filme original, cativando o espectador desde o início. O filme tem um ritmo muito divertido, com referências pop bastante interessantes e é definitivamente uma escolha divertida para toda a família.



Confira o trailer do filme:



sábado, 1 de março de 2014

"12 anos de Escravidão" choca, emociona e é o favorito ao Oscar de 2014

Filme que já ganhou importantes prêmios pelo mundo aborda a escravidão, um assunto pouco mostrado nos cinemas




 "12 Anos de Escravidão" vem sendo apontado como favorito ao Oscar, desde que foi apresentado no Festival de Toronto, em setembro do ano passado. Foram vários troféus adquiridos em premiações nos Estados Unidos e muita badalação em torno do filme. 


 O segredo do sucesso do filme está no assunto raras vezes abordado no cinema. Inspirada na trajetória real de Solomon Northup, extraída do livro escrito por ele e publicado em 1853, a história enfoca o período em que esse negro nascido livre virou escravo. 


O filme se passa em 1841, Solomon (papel de Chiwetel Ejiofor) tinha uma vida tranquila com a mulher e um casal de filhos em Nova York. Violinista, foi seduzido por dois empresários a fazer apresentações em Washington. Tudo ia bem até ele acordar preso e, em seguida, ser levado para o racista sul dos Estados Unidos. Vendido como escravo, Solomon foi tratado como mercadoria, mudou de donos e virou objeto de humilhação do irascível Edwin Epps (Michael Fassbender, ponto alto do elenco).

 Esse tipo asqueroso, mesmo sob o freio da mulher, mantinha relações sexuais com uma escrava (a forte candidata a coadjuvante Lupita Nyong’o). Brad Pitt, um dos produtores da fita, faz uma pequena participação no filme. O ponto fraco do filme é a passagem do tempo no longa, pouco se sentem os doze anos em que Solomon ficou longe da família, e o reencontro deles parece emocionalmente forçado. 




Ao ver "12 anos de escravidão", saímos com o pensamento de como o homem pode ser tão cruel e terrível com outro ser humano. Em busca do poder ou de desejos pessoais os "senhores das terras" comercializava, usava, humilha e maltratava outros seres humanos, que na cabeça deles, eram inferiores devido a cor. 

Assistir a esse filme não é apenas ver, com os próprios olhos, mas também sentir na pele todo o sofrimento que os escravos de todas as partes do mundo sofreram. A reação das pessoas na sala de cinema foram as mais diversas possíveis, algumas choravam outras fechavam os olhos na hora das chibatadas, outras se sentiam envergonhadas de verem cenas tão cruéis. 

O filme trás a tona toda uma discussão sobre o preconceito e a discriminação racial. "12 anos de escravidão" deveria ser um filme obrigatório para todo mundo assistir, principalmente para aquelas pessoas que, por incrível que pareça, ainda hoje pensam como os antigos "senhores das terrras".


Confira o trailer do filme:





terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Último adeus! Fotógrafa registra cães em estado terminal

Fotógrafa cria série com cães em estado terminal se despedindo da família

     Quem tem um cãozinho em casa sabe como é difícil se despedir do bichinho quando a sua hora chega. Eles se tornam parte da família. Se os anos de convivência são sempre fantásticos, a hora da despedida é desoladora.

    Pensando nessa temática, a fotógrafa especializada no registro de animais de estimação, Sara Beth, fez uma série com um tema tão emocionante quanto doloroso: a despedida dos animais de estimação. Ela registrou, em fotos comoventes, a relação de cães em fase terminal junto com suas famílias. 

       A série ganhou o nome de Joy Sessions. Segundo a fotógrafa: “Para muitas pessoas, seus animais de estimação significam o mundo, então eu quero criar uma oportunidade de captar o que os faz tão especiais, principalmente em momentos tão difíceis. Essas sessões de fotos foram criadas para pessoas que realmente querem celebrar a felicidade e alegria que os cães trouxeram para suas vidas.”

Poucos dias depois das fotos, os animais faleceram. Confira essa emocionante série: