quarta-feira, 6 de julho de 2011

A vida na rua, Livro de foto reportagem sobre pessoas em situação de Rua


     São Paulo é uma cidade de vários contrastes, pois nela podemos observar as mais variadas formas de se trabalhar, viver, e de sobreviver. Em meio a essa selva de pedra está um grupo de pessoas que muitas vezes passam despercebidos entre nós, eles são as pessoas em situação de Rua de São Paulo, esquecidos pela sociedade eles vivem às custas da boa vontade das pessoas para sobreviver. Muitos deles vivem a margem da criminalidade, são viciados em drogas, cometem atos ilícitos, mas há também os que trabalham ou tentam trabalhar para obter uma vida no mínimo digna.

      “São Paulo, um outro olhar” irá abordar a vida dessas pessoas que vivem nas ruas da capital, como fazem para se alimentar, dormir, trabalhar, e sobreviver e meio ao caos da cidade grande.  Relatar histórias de lutas e conquistas, tristezas e pobrezas e saber quais foram os fatores que contribuíram para que  eles viessem parar na rua.
     
       O projeto apresentado será uma mistura de livro fotográfico com livro reportagem cada foto apresentada tentará contar a história de vida da pessoa, saber quais motivos a levaram a morar na rua. O projeto terá uma abordagem critica sobre o tema e tentará levar o leitor a uma reflexão sobre o assunto, fazer com que a pessoa que consuma o produto tenha uma nova visão sobre a cidade e o espaço que ela ocupa na sociedade e consequentemente ver os moradores de rua com outro olhar.

    Por meio da fotografia o leitor será convidado a conhecer um pouco mais sobre o verdadeiro mundo dos moradores de rua, o livro irá mostrar personagens com histórias ricas e fascinantes sobre essas pessoas que sobrevivem nas ruas da mega metrópole que é São Paulo.  Eles vivem nas ruas por opção ou falta de oportunidades? A culpa é da sociedade ou dos órgãos públicos que não dão a devida atenção para os projetos sociais. Cada leitor irá tirar suas próprias conclusões e por meio de uma analise critica, irá forma sua opinião sobre o tema.

      Atualmente os moradores de rua são vistos, quase sempre, como marginais que vivem no meio da criminalidade e em condições insalubres de higiene, mas será que todo morador de rua é realmente isso que a sociedade pensa ao seu respeito? Há moradores de rua que trabalham e ganham dinheiro honestamente? Há ainda aqueles que perderam tudo, mas mesmo assim deram a volta por cima e hoje não moram mais nas ruas? Essas e outras questões serão abordadas no projeto que também irá mostrar o dia a dia dessas pessoas que foram esquecidas pela sociedade.
   

     O verdadeiro objetivo do projeto será humanizar esses seres humanos que mais parecem bichos e sofrem com preconceito que a sociedade impõem sobre eles. Com isso, os moradores de rua acabam por chegar a um veredicto similar ao da sociedade a respeito deles mesmos: o do que são vagabundos, selvagens e pessoas irresponsáveis e desequilibradas, totalmente ineptos para a vida em conjunto com a sociedade. Mas até onde isso e verdade?

Em breve...

O lado solidário da Festa Junina

 Festa junina sob o viaduto do Glicério, em São Paulo. Duzentas pessoas que estão em situação de rua se divertiram pra valer.




Vale a pena ver...

sábado, 7 de maio de 2011

Thor abre a temporada de heróis dos gibis no cinema. Saiba quem está a caminho

X-Men First Class 
(estréia: 03 de junho)

       A série dos mutantes da Marvel dá um salto no tempo e volta para os anos 60, época da crise dos mísseis de cuba, do terror atômico e da criação dos heróis nos gibis. É quando o jovem Charles Xavier (James McAvoy) conhece o fascinante  Eric Lenhsherr  (Michael Fassbender) e ambos tomam a frente da comunidade mutante, que aos poucos se revela ao mundo, personificada pelo vilanesco  Clube do inferno, liderado por Sebastian Shaw (Kevin Bacon). O filme mostrar a amizade de Xavier e Eric e os eventos que criaram um abismo entre eles, dano origem ao Professor Xavier e a Magneto, o mais poderoso dos mutantes.





Capitão América: O primeiro Vingador
(estréia: 29 de julho)


      Nessa aventura comandada pelo diretor Joe Johnston, Chris Evans (que já foi o tocha humana em Quarteto Fantástico) passa de jovem franzino a máquina de guerra com coração em um filme de época. Ele vai para a linha de frente e, seguindo a “historia” do universo Marvel, desaparece ao final do conflito. Em algum momento ele tem de ser revivido pra então comandar os vingadores.
Lanterna Verde
(estréia: 19 de agosto)


    Para não ficar para trás a DC, casa de Superman e Batman , contra –ataca com Lanterna Verde. O filme traz Ryan Reynolds no papel do piloto de testes Hal Jordan, que está prestes a viver a maior aventura de sua vida. Testemunha da morte do alien Abin Sur, Jordan torna-se dono de um anel que tranforma força de vontade em arma e logo se vê parte da tropa dos Lanternas Verdes, espécie de força policial estrelar dedicada a patrulhar o universo. A morte de Abin traz para a Terra a entidade que ameaça a galáxia e logo Jordan tem de provar seu valor.

Thor dá início à chegada de novos heróis no cinema

      Thor é o pontapé inicial de uma nova fase de expansão do universo Marvel no cinema. O que foi sugerido em Homem de Ferro, O incrível Hulk, e escancarado em Homem de Ferro 2 - o fato de todos os personagens habitarem o mesmo mundo e lutarem juntos em Os vingadores, a próxima super produção Marvel, que vai juntar os personagens desses filmes (além do Capital América, que também ganha um filme este ano).
     
             O filme mostra como Thor (Chris Hemsworth) chega à Terra , tudo por conseqüência  de uma batalha com os gigantes do gelo em Asgard. Uma ação precipitada de Thor que coloca em risco toda a paz que foi conquistada por seu Pai Odin (Anthony Hopkins). Preocupado com a arrogância do jovem príncipe, ele decide enviá-lo à Terra, sem seus poderes, para que aprenda o valor da humildade. O plano poderia ter dado certo se Odin não caísse no somo místico e, com a ausência de Thor, o trono de Asgard  fosse ocupado pelo seu ambicioso e nada escrupuloso meio-irmão Loki (Tom Hiddleston), que não perde a chance de usar tamanha oportunidade para ampliar seu reino e seu poder- de olho na Terra é claro.

    
      Já na Terra ele conhece a jovem Jane (Natalie Portman) que na versão original dos quadrinhos era enfermeira, já no filme ela dá vida a uma cientista que está estudando fenômenos cósmicos. Sem seus super poderes ele dependera de Jane para lidar com as novas ameaças na Terra e também encontrar um jeito de voltar para Asgard. Thor também conta com seu grupo de fieis amigos que vem até a Terra para tentar ajudar o mocinho.
      
        O filme é cheio de pitadas de humor e assim como os outros da Marvel tem muita ação e lutas de impressionar, o que chama atenção e como foi feito o reino Asgard, os efeitos são de ótima qualidade e os grandes cenários mostram bem como é o reino onde mora o Deus do trovão.
     
        Mesmo com bons efeitos e boas pitadas de humor Thor é mais um filme de super herói e não passa disso, mas para quem quer acompanhar toda a saga desses super heróis em Os Vingadores e bom não perder essa parte da história.


sábado, 30 de abril de 2011

"Deixa o Sol entrar" Hair, o musical, celebra a paz e o amor


     Uma volta aos anos 70, época em que jovens hippies lutavam por direitos como liberdade de expressão, liberdade sexual, faziam apologias as drogas e  lutavam pela paz mundial, esses são alguns dos temas principais de um dos musicais mais famosos do mundo, Hair. O musical é mais uma adaptação, bem sucedida, de Claudio Botelho e Charles Möeller e, como os anteriores, segue a risca tudo do  musical original como cenários, figurinos, marcações somente as canções foram adaptadas para o português.
   O grande diferencial de Hair é o elenco que está até melhor que do original a dupla de diretores conseguiram, através de uma difícil seleção encontrar grandes talentos, um destaque especial para a linda e potente voz de Karin Hills (ex Rouge) que abre o musical com a famosa canção "Era de Aquarius". Está também no elenco outra ex- integrante do grupo Rouge Aline Wirley  que também tem seu momento de destaque com a canção "Brancos".
Karen Hills (no centro) canta "Era de Aquarius"
       Montado pela primeira vez nos Estados Unidos, em 1967, “Hair” estourou no teatro e no cinemaHair conta a história de um grupo, ou melhor, uma tribo ou uma geração hippie no final dos anos 60, se atreveu a lutar contra as injustiças e contradições da sociedade em que viviam. Uma geração que os ideais propostos como paz, amor, amizade e igualdade, confrontados com os valores estabelecidos da época (e até hoje), como o militarismo, a guerra, a segregação racial e hierarquia. Por isso, Hair além de ser um grande musical,  é uma obra atemporal.

       O tema central de Hair é a revolta da geração hippie contra o serviço militar, uma máquina de produção em massa de jovens soldados condenados à morte para lutar na Guerra do Vietnã. A tribo se depara com a difícil decisão de lutar a favor de seu país ou ficar e lutar a favor da paz. Em Hair os principais princípios do homem também aparecem como o retorno à natureza, liberdade, amor livre, a rejeição do consumismo e do capitalismo, pacifismo,  ecologia,   e igualdade racial. Ao final do espetáculo o publico ainda é convidado para subir no palco e cantar junto com o elenco a versão da famosa "Let the sunshine in" e juntos publico e elenco celebram a paz e o amor.





    "Hair" está em cartaz somente no Rio de Janeiro, mas provavelmente virá para São Paulo. O musical que já é um sucesso de critica e público no Rio certamente também irá conquistar as exigentes platéias paulistanas.

     "Hair" e a prova viva de que a copia, às vezes, pode sair melhor que o original.

Não percam!

Sucker- Punch enche os olhos com bons efeitos visuais e muita ação

  
   Logo na primeira cena de “Sucker Punch- mundo surreal” dá pra ver que não é um filme tradicional, a cena parece mais uma história em quadrinhos em que toda a vida da protagonista nós é apresentada, mesmo sem uma só fala, a cena descreve em poucos minutos porque a doce menina Babydoll vai parar numa assustadora clinica psiquiátrica.
    
      O diretor do longa (Zack Snyder) que é o mesmo de “300” e “Watchmen”, nos apresenta  filme cheio de efeitos visuais fortes ( que só acontecem num mundo surreal como no filme), um barroquismo visual, sequências  em câmera lenta e muita ação, com lindas mulheres lutando.
Ela não é a cara da Paris Hilton? rsrs
       
       A trama gira me torno da jovem Badydoll uma garota (Bem parecida com Paris Hilton) que é internada numa assustadora clinica psiquiátrica, pelo seu padrasto, sobe a acusação de matar sua própria irmã, depois da morte da mãe. Na clinica acontece coisas horríveis com as meninas que ficam aos cuidados de um administrador corrupto e de uma terapeuta de forte sotaque.
      
        Para sobreviver ao lugar a jovem e frágil menina recorre a imaginação e à fantasia e tem em sua mente um mundo paralelo com o que vive. Habitam nesse mundo as mesmas pessoas do mundo real, só que eles ganham funções diferentes. No lugar do hospital temos um misto de cabaré e casa de tolerância em que meninas são obrigadas a dançar para os homens cheios de poder que vem procurar por garotas sensuais.
        Quando a jovem dança ela entrar em outro mundo, um mundo em que ela e suas melhores amigas são guerreias poderosas e armadas até os dentes e que enfrentam desafios que vão desde guerras contra soldados zumbis a dragões cuspidores de fogo. Mas se você pensa que tudo isso pode confundir a cabeça do telespectador está enganado “os mundos” imaginados pela menina de mente fértil são bem divididos é há uma “porta de entrada” em cada mundo, assim, quem assiste ao filme, não se perde na mente criativa da menina.
Prontas para entrar em ação

   “Sucher Punch- Mundo Surreal” é um ótimo filme de ação que mistura HQ, game  com sequências de tirar o fôlego e que passam do limite da imaginação, mas mesmo assim são boas de tão mentirosas que são. A trilha sonora também não deixa a desejar e aliada as ótimas cenas de ação complementam o filme na medida certa. Uma ótima pedida para quem gosta de filmes de ação protagonizados por belas garotas que brigam melhor que muitos homens por aí.



segunda-feira, 25 de abril de 2011

O Ritual traz discussão sobre possessão


    

      Você a acredita na existência do Diado? Essa é a principal pergunta que o filme “O Ritual” faz. Na trama que é baseada numa história real e com roteiro escrito a partir de um livro, um seminarista vai fazer um curso de exorcismo, sim isso existe no Vaticano, ele faz o curso mas não acredita na existência de uma força maligna.
     
      Michel (Colin O’Donoghue) é o jovem seminarista que decide ir para o seminário com motivos não exatamente religiosos: o que ele deseja, no fundo, é mudar de vida, ele trabalha desde criança com  o pai, numa funerária. O plano de Michel se completaria quando ele, ás vésperas de se tornar padre desse o fora e abandonasse tudo. Mas es que surge um obstáculo ele e enviado para o Vaticano para fazer um curso sobre exorcismo. . Durante o curso ele conhece uma jovem jornalista ( a Brasileira Alice Braga) que está investigando sobre  o assunto.
    
       Durante o curso o jovem sacerdote e convidado a conhecer um certo padre que faz exorcismos, Padre Lucas( O brilhante Antony Hopkins), homem de postura incomum para um padre e que lidar com espíritos e pessoas atormentadas por forças ocultas todos os dias. Durante o desenrolar da trama o jovem que não acredita na existência do diabo é desafiado pelo próprio que faz questão de lembrar da sua existência através de mensagens subliminares, mas mesmo assim o jovem tem resistência em acreditar.
   
      O filme busca apresentar uma velha questão: possessão existe de fato, é presença demoníaca, ou se trata de um estado de perturbação da mente? Essa e outras questões são as mesmas que o protagonista do filme se faz e o publico mergulha junto nessa trama que pode dar bons sustos.